Mestrado em Supervisão Pedagógica em Ensino das Ciências

02
Jul 08

      Encerro hoje o meu blog, no sentido em que terminaram as aulas de "Educação e Tecnologias Multimédia". No entanto, este espaço mantém-se, continuando a escrever sobre estas e outras problemáticas.

      Foi-me possível relacionar a educação com as tecnologias, como por exemplo, Blogs, Windows Movie Maker, WebQuest, Visitas Virtuais, Caça-Tesouros, Hot Potatoes, etc.  Também me foi possível procurar informação e dar a minha opinião sobre assuntos como o Plano Tecnológico da Educação, sobre os riscos e perigos da Internet, etc.

      Confesso que gostei imenso desta experiência, visto ter aprendido imenso. Espero continuar em contacto com as colegas e a Professora.

      Até ao próximo post...

 

publicado por anateresaa às 11:26
sinto-me:

      Conjuntamente com a Ana Gabriela e com a Ana Luísa, construímos uma vídeo educativo no contexto da disciplina de mestrado "Educação e Tecnologias Multimédia". Designa-se como "O Quê e Como Aprendem os Nativos Digitais" e foi feito utilizando o Windows Movie Maker. O vídeo pode ser visualizado no meu blog, encontrando-se ao lado deste post (VÍDEO DIGITAL). Também pode ser visualizado no link http://videos.sapo.pt/qK7Mi6lHaatyNoOF92QD. Tentamos acima de tudo ser originais no modo de apresentação, não esquecendo nunca a problemática em causa - os nativos digitais. Tentamos também dar reposta à questão inicial.

      Devo acrescentar que tivemos imenso gosto em realizá-lo.

        Espero que gostem.

 

 

publicado por anateresaa às 11:11
sinto-me:

25
Jun 08
          Há pouco tempo, tive oportunidade de ler atentamente o primeiro número da revista EFT – Educação, Formação & Tecnologias, que pode ser consultada no endereço http://eft.educom.pt. Como a própria revista indica na sua página inicial, esta é “ (…) uma publicação de carácter científico com objectivos de divulgação da investigação e das práticas referentes à temática da utilização das tecnologias da informação e comunicação na educação e na formação.”
            De acordo com a minha consulta, esta trata-se de uma revista necessária para todos. Não considero que seja apenas relevante para os professores de Informática. Acho que se trata de um instrumento muito útil para os docentes de outras áreas. Como podemos ler no editorial, “Pretendemos ter entre os nossos leitores e autores, académicos,investigadores, formadores e professores de todos os graus de ensino eprofissionais da educação em geral, num sentir profundo de que ainvestigação e a acção/intervenção relativa às TIC na educação/formação atodos diz respeito e a todos deve implicar.”
            É bom que surjam publicações como esta revista, pois há necessidade de facto de um espaço que nos permita divulgar, mas também consultar, o que se vai fazendo nesta área de plena expansão.
            Esperemos então pelo próximo número que será publicado em Novembro de 2008.
 
(Fontes: http://eft.educom.pt
            http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/32/9
            http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/33/7)
publicado por anateresaa às 12:21
sinto-me:

18
Jun 08

       Embora nunca tenha participado em projectos no âmbito da introdução das TIC no ensino não superior, tenho assistido a algumas mudanças, muitas vezes mudanças essencialmente de mentalidade. De acordo com Prensky (2000), não me considero uma nativa digital. Posso sim considerar-me uma imigrante digital. É esta a situação que cada vez mais visualizo nas poucas escolas por onde passei. Muitos daqueles que eram reticentes às tecnologias de informação e comunicação, tiveram que adaptar-se. Vivemos numa era de mudança. Tudo é informatizado. Os próprios concursos para a colocação de professores passaram a ser totalmente feitos via electrónica a partir de 2005. Por isso, mesmo aqueles que mostravam muitas reticências, tiveram que mudar um pouco a sua atitude. É óbvio que o que vivemos hoje resulta de um processo iniciado já há muito tempo. Um dos primeiros projectos para “mudar” tecnologicamente as nossas escolas, data de 1985, tendo por objectivo as novas tecnologias de informação e comunicação no ensino não superior. Tratava-se de projecto MINERVA (Meios Informáticos no Ensino: Racionalização, Valorização, Actualização). Outros projectos surgiram entretanto, como por exemplo, o UARTE (Unidade de Apoio à telemática Educativa), o Programa Nónio Século XXI, o EduTIC e o ECRIE (Equipa Computadores, Redes e Internet nas Escolas). Assistimos agora ao desenrolar do Plano Tecnológico da Educação. Proponho uma leitura amo meu post "O PTE na Minha Escola - resposta ao fórum". Aí, de forma sucinta, refiro o que está acontecer na escola onde lecciono neste momento.

 

      De acordo com o ECRIE, consultado no documento electrónico http://www.crie.min-edu.pt/files/@crie/1193838045_PLANO_TIC.pdf, as orientações para o Plano TIC das Escolas são:

- deve envolver objectivos e actividades em todas as Escolas do Agrupamento deve ser antecedido por um exercício sintético de diagnóstico que conduza à eleição de um quadro limitado de objectivos;

- deve integrar os projectos TIC já existentes;

- deve ter uma previsão de actividades, para este ano lectivo e para o próximo, devendo ser sujeito a uma revisão no final do ano lectivo;

- os objectivos têm de ser exequíveis nesse espaço de tempo (cinco trimestres);

- os objectivos devem ser concretos e deles deve decorrer a eleição de actividades específicas que são o veículo para a sua concretização;

- deve ser orientado em torno de uma ideia-chave que lhe dá título e que decorre do diagnóstico efectuado;

- do objectivo central serão extraídos um conjunto limitado de objectivos específicos e de cada um destes, um conjunto de actividades que permitem a concretização desses objectivos;

- para cada actividade deve ser indicada a Equipa responsável e o seu respectivo coordenador, os recursos a envolver, os resultados esperados, as metas a atingir e os impactes gerados;

- as actividades devem estar distribuídas num cronograma a partir do qual a execução do Plano possa ser acompanhada;

- deve ser elaborado tendo em conta as prioridades traçadas no Plano Tecnológico da Educação: Eixo Conteúdos no domínio Portal da Escola e no Eixo Formação nos domínios formação e avaliação electrónica.

            Acima de tudo, o Ministério da Educação tem como lema "Colocar Portugal entre os cinco países Europeus mais avançados ao nível de modernização tecnológica do ensino." Não sei se conseguiremos atingir este nível, mas de facto, admito que podemos fazer muito pelo desenvolvimento tecnológico de Portugal, incluindo, obviamente as escolas e o ensino-aprendizagem.

 

(Bibliografia: PRENSKY, M. (2001).”Digital Natives, Digital Immigrants”. On the Horizon: NCB University Press, 9 (5). )

(Fontes: http://www.crie.min-edu.pt

               http://www.crie.min-edu.pt/files/@crie/1193838045_PLANO_TIC.pdf

               http://www.escola.gov.pt )

publicado por anateresaa às 10:17
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17
Jun 08

     Conjuntamente com a Daniela e a Ana Gabriela, criamos uma WebQuest no âmbito da disciplina do mestrado "Química e a Sociedade". Intitula-se “Química dos Perfumes” e encontra-se on-line, podendo ser consultada  no URL: http://quimicaperfumewq.com.sapo.pt/. Está destinada para ser resolvida por alunos do 7ºano de escolaridade, no âmbito da disciplina de Ciências Físico-Químicas, enquandrando-se no unidade "Materiais".  Pretendemos assim que os discentes compreendam a evolução histórica dos Perfumes, os seus componentes básicos, utilizar a Química para compreender e explicar os processos de extracção de essências e extrair uma essência.

     Esta é a página inicial da nossa WebQuest que foi construída usando o programa FrontPage:
  
publicado por anateresaa às 10:01
sinto-me:

05
Jun 08

     Ocorreu na minha escola uma formação em Hot Potatoes. Embora já tivesse ouvido falar, nunca tinha trabalhado com este programa. Fiquei assim a conhecer todas as potencialidades do Hot Potatoes. Aprendi que posso criar exercícios electrónicos a partir do Hot Potatoes, como, escolha múltipla, completar lacunas, perguntas abertas, ordenar letras formando palavras, associação e emparalhamento, palavras-cruzadas (o meu favorito), etc.

 

 

 

        Mas o que é o Hot Potatoes?

 

     Hot Potatoes é um conjunto de seis ferramentas de autoria, desenvolvidas pela equipe da University of Victoria CALL Laboratory Research and Development, que possibilitam a elaboração de seis tipos básicos de exercícios interactivos utilizando páginas Web. A interatividade dos exercícios é obtida através do uso de JavaScript, e funcionará perfeitamente com as versões 4 ou superiores do Netscape Navigator e do Internet Explorer, tanto em plataformas Windows como Macintosh. Duas das ferramentas, JMatch e JMix podem produzir exercícios de "arrastar e soltar", observando porém que estas funções somente funcionarão com as últimas versões dos navegadores. As ferramentas de autoria admitem também caracteres acentuados, o que possibilitará a criação de exercícios em qualquer língua baseada no conjunto de caracteres do alfabeto romano, incluindo o francês, o alemão e outras línguas europeias.  Embora o Javascript seja utilizado na construção dos exercícios, não precisamos saber nada sobre JavaScript para poder utilizar estas aplicações. Tudo o que é necessário é introduzir os dados (textos, perguntas, respostas, etc.) e o programa encarregara-se de gerar as páginas Web. Posteriormente podemos publicar estas páginas num servidor Web. Apesar disso, os programas estão projectados para que quase todos os elementos das páginas possam ser personalizados; assim, se soubermos HTML ou JavaScript, podemos realizar quase todas as modificações, nos exercícios ou no formato das páginas Web.
 
   

publicado por anateresaa às 12:12
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28
Mai 08

      

       No último post, referi a minha experiência pessoal sobre a temática em causa. O post que hoje crio serve para dar algumas sugestões, nomeadamente a todos os professores (não só aos de TIC). Os docentes também devem ter uma atitude interventiva na possível resolução destas situações. Os nossos alunos devem ser educados para tirar o maior partido da Internet, no entanto, devem estar conscientes de possíveis riscos e perigos.
     O professor deve: 
- estar atento a comportamentos ditos estranhos por parte dos alunos;
- estar atento às atitudes dos alunos à frente do computador;
- alertar os educandos para não falarem com estranhos na Internet, fornecendo o seu contacto apenas a quem de facto conhecem;
- alertar os estudantes para nunca darem informações e dados pessoais na Internet, nomeadamente, morada, número de telefone, nome completo, escola onde andam,etc;
- alertar os educandos para não publicarem fotos na Net, especialmente fotos que mostrem o corpo ou características pessoais;
- alertar os alunos para nunca marcarem encontros através da Internet.
      Estas são algumas sugestões que aqui deixo. Servem também para pais, encarregados de educação ou outros agentes educativos. Parte de nós adultos, promover um bom relacionamento entre as nossas crianças e jovens com os tecnologias.
      Aqui ao lado publico um vídeo muito interessante de uma matéria jornalística sobre as precauções na Internet (Precauções na Internet).
       Já agora, também deixo a questão: não será altura de o nosso país criar uma legislação mais segura e concreta sobre os possíveis problemas da Internet?
       Mais sugestões....
       Ficam aqui registadas indicações para os professores do 3º Ciclo e Secundário:
"1. Com a colaboração dos alunos crie uma lista de regras para utilização da Internet. Deverá incluir os tipos de sites que não são permitidos usar nas aulas e instruções para comunicação online, o que inclui a comunicação em salas de chat.
2. Mantenha-se em locais da sala que lhe permitam visualizar e supervisionar facilmente as actividades dos seus alunos. Caso a disposição da sala não o permita, aborde a questão com o coordenador TIC da sua escola.
3. Informe-se junto do coordenador TIC da sua escola sobre ferramentas de filtragem de conteúdos para usar como complemento e, não como substituto, da supervisão dos professores.
4. Explique aos seus alunos que não podem transferir programas, música, ou ficheiros sem autorização. Se partilharem ficheiros ou retirarem texto ou imagens da Web, podem estar a violar a lei dos direitos de autor.
5. Converse com os seus alunos sobre pornografia online e oriente-os para bons sites sobre saúde e sexualidade.
6. Fale com os seus alunos sobre o que é um comportamento online responsável e ético. Não devem usar a Internet para espalhar boatos e intimidar ou ameaçar outras pessoas.
7. Fale com os seus alunos sobre os jogos de azar online e os seus potenciais riscos, lembrando-lhes que é ilegal jogarem este tipo de jogos.
8. Certifique-se de que os seus alunos não efectuam transacções financeiras online, o que inclui encomendar, comprar ou vender um artigo.
9. Converse com os seus alunos sobre os amigos deles e as suas actividades online, tal como faria em relação às suas outras actividades no mundo real.
10. Ajude-os a protegerem-se contra o spam. Diga aos seus alunos para não revelarem os seus endereços de correio electrónico online, para não responderem a ""junk mail"" e para utilizarem filtros de correio electrónico.
11. Avise os seus alunos de que nunca devem revelar informações pessoais quando utilizam correio electrónico, salas de chat ou serviços de mensagens instantâneas, nem tão pouco quando preenchem formulários de registo ou participam em concursos online.
12. Procure saber quais são as salas de chat ou os fóruns de mensagens que os seus alunos visitam e com quem falam online. Insista para que usem salas de chat monitorizadas e para que se mantenham em áreas públicas das salas de chat. Deixe bem claro que nunca devem aceitar encontrar-se pessoalmente com alguém que conheceram online.
13. Procure estar atento aos Web sites que os seus alunos visitam, de modo a tentar saber se visitam sites com conteúdos ofensivos ou se colocam na Internet informações pessoais ou fotografias deles mesmos.
14. Encoraje os seus alunos a falarem consigo ou com os pais, se alguma coisa ou alguém online os fizer sentir pouco à vontade ou ameaçados. Mantenha-se calmo e lembre-lhes que não terão qualquer problema se lhe contarem algo que se tenha passado online. Elogie o seu comportamento e encoraje-os a irem ter consigo caso volte a acontecer o mesmo. Obtenha informações adicionais sobre como lidar com predadores online e cyberbullies.
15. Alerte os seus colegas para a importância destas questões. Sugira-lhes sites que falem destes temas e proponha-lhes projectos interdisciplinares que ajudem a educar os alunos para a segurança na Internet."
 
 (Fonte: www.seguranet.min-edu.pt/professores)
publicado por anateresaa às 11:13
sinto-me:

26
Mai 08

      Confesso que este é um tema que me interessa bastante. De facto, a sociedade de informação em que hoje vivemos, traz-nos imensas vantagens. No entanto, as desvantagens e perigos espreitam constantemente. Especialmente as nossas crianças estão sujeitas a um número muito grande de situações, devido a falta de informação, mas também devido a pessoas sem princípios que recorrem a estas ferramentas para poderem ter contactos indevidos.

      A primeira vez que contactei com esta problemática, foi no último mês de Dezembro, quando assisti a um seminário  para professores, pais e alunos, intitulado "Riscos e Desafios dos Jovens na Net". Na primeira parte o convidado foi Tito de Morais, que coordena o site www.miudossegurosnanet.pt, que aconselho toda a gente a consultar. Na segunda parte os convidados foram dois inspectores da Polícia Judiciária.

      Embora tenha gostado imenso da primeira parte, tenho que admitir que a segunda parte superou as minhas expectativas. É que tive oportunidade de ouvir casos reais. Alguns destes casos são extremamente assustadores. De facto, os inspectores alertaram-nos para os perigos iminentes que o uso da Internet traz. Alertaram exaustivamente os pais e professores para estarem atentos ao comportamento dos filhos, nomeadamente à frente do computador. Alertaram também os alunos presentes para não contactarem com pessoas que não conhecem na Net. 

      Considero que com este tipo de seminários/palestras, podemos obter resultados muito positivos quanto à segurança nos meios informáticos. Por vezes é muito mais fácil para os nossos alunos e crianças, ouvirem pessoas entendidas na área, para perceber que comportamento a adoptar na Internet.
      Sugiro a consulta do site www.seguranet.min-edu.pt, onde há sugestões de extrema relevância, para alunos, pais, professores e escolas. Por exemplo, apresentam regras aos alunos para navegar em segurança:     
   "- tomes consciência que o computador é uma ferramenta que serve para comunicar de uma maneira positiva;
- saibas distinguir entre os conteúdos recomendáveis e não recomendáveis;
- tenhas consciência de que na Internet há pessoas de todo tipo, como em qualquer outro lugar;

- saibas reagir de maneira responsável e resolver possíveis situações de risco."

 

(Fonte: http://www.seguranet.crie.min-edu.pt/alunos)

     

publicado por anateresaa às 14:49
sinto-me:

21
Mai 08

      Nas escolas por todo o país, esta é a altura da escolha dos novos manuais escolares. Eu como docente de Física e Química, também tenho que os escolher. Não é uma decisão nada fácil. Considero, que apenas com a prática é que ficamos a conhecer as potencialidades ou não do manual escolhido. É óbvio que por questões económicas e ambientais, concordo com o uso do mesmo manual em vários anos. No entanto, se o manual não corresponde às expectativas do docente, tem que "aguentar" todo o tempo, mesmo com um manual que não aprecia. Talvez o futuro, venha a contornar este problema. De facto, há editoras que já têm os manuais acessivos electronicamnete. Quando isto se generalizar e usarmos o manual através do computador, podemos indicar às editoras as falhas, as sugestões, etc, que podem ser alterados num curto espaço de tempo.  Para além disto, já pensaram a quantidade de papel que vamos poupar? Mesmo agora, as nossas editoras, por questões estéticas, não assumem o papel reciclado como alternativa.

      A este propósit um dia destes uma colega de Inglês, contou-me que o seu manual, penso eu de 9ºano, já adoptado há uns anos, refere as novas tecnologias. O mais caricato é que refere o mp3 como algo do futuro. É óbvio, que neste momento já não é o futuro. Atrevo-me a dizer que já é quase o passado. Para além de estar completamente generalizado nos nossos jovens, já existe o mp4... Como ela própria me disse, os miúdos desligam-se completamnete quando isso é abordado, pois para eles isso já não tem segredos.  

      Vejam o site desta editora: www.textoeditores.com . É interessante. É uma das editoras que disponibiliza os manuais electronicamente.

publicado por anateresaa às 13:27
sinto-me:

14
Mai 08

      A escola onde estou colocada neste momento, já dá resposta a alguns aspectos do Plano Tecnológico para a Educação. Não tratamos estas alterações pelo nome que lhes deu origem...Dizemos que a escola está a ficar modernizada.

      Vou nomear alguns aspectos que considero relevantes:

- existe uma página na internet da escola que está sempre actualizada, com informações para toda a comunidade escolar;

- existe uma plataforma moodle;

- embora só haja uma sala de computadores, existe uma quantidade muito relevante de computadores portáteis para uso dos alunos que podem ser usados nas diversas aulas, fazendo anteriormente uma requisição;

- há computadores portáteis disponíveis para os docentes, nomeadamente há um computador portátil por departamento, procedendo também a uma requisição anterior;

- há internet sem fios que abrange todos os edifícios das escola;

- é valorizada a avaliação da destreza dos alunos nas TIC, ao nível, por exemplo, da realização de trabalhos em word ou power point nas diversas disciplinas;

- existem quadros interactivos instalados, embora não estejam ainda em funcionamento;

- ocorrem algumas acções de formação sobre TIC para os docentes.

      O que escrevi dá para ficarmos com uma ideia daquilo que está a ser feito. Sei também, que a direcção da minha escola tem mais ideias para colocar em prática. 

publicado por anateresaa às 12:46
sinto-me:

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