Mestrado em Supervisão Pedagógica em Ensino das Ciências

Plano Tecnológico da Educação
Tecnologias de Informação e Comunicação - O Futuro
25
Jun 08
          Há pouco tempo, tive oportunidade de ler atentamente o primeiro número da revista EFT – Educação, Formação & Tecnologias, que pode ser consultada no endereço http://eft.educom.pt. Como a própria revista indica na sua página inicial, esta é “ (…) uma publicação de carácter científico com objectivos de divulgação da investigação e das práticas referentes à temática da utilização das tecnologias da informação e comunicação na educação e na formação.”
            De acordo com a minha consulta, esta trata-se de uma revista necessária para todos. Não considero que seja apenas relevante para os professores de Informática. Acho que se trata de um instrumento muito útil para os docentes de outras áreas. Como podemos ler no editorial, “Pretendemos ter entre os nossos leitores e autores, académicos,investigadores, formadores e professores de todos os graus de ensino eprofissionais da educação em geral, num sentir profundo de que ainvestigação e a acção/intervenção relativa às TIC na educação/formação atodos diz respeito e a todos deve implicar.”
            É bom que surjam publicações como esta revista, pois há necessidade de facto de um espaço que nos permita divulgar, mas também consultar, o que se vai fazendo nesta área de plena expansão.
            Esperemos então pelo próximo número que será publicado em Novembro de 2008.
 
(Fontes: http://eft.educom.pt
            http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/32/9
            http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/33/7)
publicado por anateresaa às 12:21
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18
Jun 08

       Embora nunca tenha participado em projectos no âmbito da introdução das TIC no ensino não superior, tenho assistido a algumas mudanças, muitas vezes mudanças essencialmente de mentalidade. De acordo com Prensky (2000), não me considero uma nativa digital. Posso sim considerar-me uma imigrante digital. É esta a situação que cada vez mais visualizo nas poucas escolas por onde passei. Muitos daqueles que eram reticentes às tecnologias de informação e comunicação, tiveram que adaptar-se. Vivemos numa era de mudança. Tudo é informatizado. Os próprios concursos para a colocação de professores passaram a ser totalmente feitos via electrónica a partir de 2005. Por isso, mesmo aqueles que mostravam muitas reticências, tiveram que mudar um pouco a sua atitude. É óbvio que o que vivemos hoje resulta de um processo iniciado já há muito tempo. Um dos primeiros projectos para “mudar” tecnologicamente as nossas escolas, data de 1985, tendo por objectivo as novas tecnologias de informação e comunicação no ensino não superior. Tratava-se de projecto MINERVA (Meios Informáticos no Ensino: Racionalização, Valorização, Actualização). Outros projectos surgiram entretanto, como por exemplo, o UARTE (Unidade de Apoio à telemática Educativa), o Programa Nónio Século XXI, o EduTIC e o ECRIE (Equipa Computadores, Redes e Internet nas Escolas). Assistimos agora ao desenrolar do Plano Tecnológico da Educação. Proponho uma leitura amo meu post "O PTE na Minha Escola - resposta ao fórum". Aí, de forma sucinta, refiro o que está acontecer na escola onde lecciono neste momento.

 

      De acordo com o ECRIE, consultado no documento electrónico http://www.crie.min-edu.pt/files/@crie/1193838045_PLANO_TIC.pdf, as orientações para o Plano TIC das Escolas são:

- deve envolver objectivos e actividades em todas as Escolas do Agrupamento deve ser antecedido por um exercício sintético de diagnóstico que conduza à eleição de um quadro limitado de objectivos;

- deve integrar os projectos TIC já existentes;

- deve ter uma previsão de actividades, para este ano lectivo e para o próximo, devendo ser sujeito a uma revisão no final do ano lectivo;

- os objectivos têm de ser exequíveis nesse espaço de tempo (cinco trimestres);

- os objectivos devem ser concretos e deles deve decorrer a eleição de actividades específicas que são o veículo para a sua concretização;

- deve ser orientado em torno de uma ideia-chave que lhe dá título e que decorre do diagnóstico efectuado;

- do objectivo central serão extraídos um conjunto limitado de objectivos específicos e de cada um destes, um conjunto de actividades que permitem a concretização desses objectivos;

- para cada actividade deve ser indicada a Equipa responsável e o seu respectivo coordenador, os recursos a envolver, os resultados esperados, as metas a atingir e os impactes gerados;

- as actividades devem estar distribuídas num cronograma a partir do qual a execução do Plano possa ser acompanhada;

- deve ser elaborado tendo em conta as prioridades traçadas no Plano Tecnológico da Educação: Eixo Conteúdos no domínio Portal da Escola e no Eixo Formação nos domínios formação e avaliação electrónica.

            Acima de tudo, o Ministério da Educação tem como lema "Colocar Portugal entre os cinco países Europeus mais avançados ao nível de modernização tecnológica do ensino." Não sei se conseguiremos atingir este nível, mas de facto, admito que podemos fazer muito pelo desenvolvimento tecnológico de Portugal, incluindo, obviamente as escolas e o ensino-aprendizagem.

 

(Bibliografia: PRENSKY, M. (2001).”Digital Natives, Digital Immigrants”. On the Horizon: NCB University Press, 9 (5). )

(Fontes: http://www.crie.min-edu.pt

               http://www.crie.min-edu.pt/files/@crie/1193838045_PLANO_TIC.pdf

               http://www.escola.gov.pt )

publicado por anateresaa às 10:17
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17
Jun 08

     Conjuntamente com a Daniela e a Ana Gabriela, criamos uma WebQuest no âmbito da disciplina do mestrado "Química e a Sociedade". Intitula-se “Química dos Perfumes” e encontra-se on-line, podendo ser consultada  no URL: http://quimicaperfumewq.com.sapo.pt/. Está destinada para ser resolvida por alunos do 7ºano de escolaridade, no âmbito da disciplina de Ciências Físico-Químicas, enquandrando-se no unidade "Materiais".  Pretendemos assim que os discentes compreendam a evolução histórica dos Perfumes, os seus componentes básicos, utilizar a Química para compreender e explicar os processos de extracção de essências e extrair uma essência.

     Esta é a página inicial da nossa WebQuest que foi construída usando o programa FrontPage:
  
publicado por anateresaa às 10:01
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05
Jun 08

     Ocorreu na minha escola uma formação em Hot Potatoes. Embora já tivesse ouvido falar, nunca tinha trabalhado com este programa. Fiquei assim a conhecer todas as potencialidades do Hot Potatoes. Aprendi que posso criar exercícios electrónicos a partir do Hot Potatoes, como, escolha múltipla, completar lacunas, perguntas abertas, ordenar letras formando palavras, associação e emparalhamento, palavras-cruzadas (o meu favorito), etc.

 

 

 

        Mas o que é o Hot Potatoes?

 

     Hot Potatoes é um conjunto de seis ferramentas de autoria, desenvolvidas pela equipe da University of Victoria CALL Laboratory Research and Development, que possibilitam a elaboração de seis tipos básicos de exercícios interactivos utilizando páginas Web. A interatividade dos exercícios é obtida através do uso de JavaScript, e funcionará perfeitamente com as versões 4 ou superiores do Netscape Navigator e do Internet Explorer, tanto em plataformas Windows como Macintosh. Duas das ferramentas, JMatch e JMix podem produzir exercícios de "arrastar e soltar", observando porém que estas funções somente funcionarão com as últimas versões dos navegadores. As ferramentas de autoria admitem também caracteres acentuados, o que possibilitará a criação de exercícios em qualquer língua baseada no conjunto de caracteres do alfabeto romano, incluindo o francês, o alemão e outras línguas europeias.  Embora o Javascript seja utilizado na construção dos exercícios, não precisamos saber nada sobre JavaScript para poder utilizar estas aplicações. Tudo o que é necessário é introduzir os dados (textos, perguntas, respostas, etc.) e o programa encarregara-se de gerar as páginas Web. Posteriormente podemos publicar estas páginas num servidor Web. Apesar disso, os programas estão projectados para que quase todos os elementos das páginas possam ser personalizados; assim, se soubermos HTML ou JavaScript, podemos realizar quase todas as modificações, nos exercícios ou no formato das páginas Web.
 
   

publicado por anateresaa às 12:12
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